procurando tudo isso ao mesmo tempo
afundar na própria pressão a qual eu mesma me submeto é degastante. deixar e ser levada é algo que está comendo os dias numa velocidade sem freio. meu medo é deixar o rastro de sensibilidade morrer, porque a pureza já morreu e a minha pele já não é a mesma. meu rosto já mudou. minhas mãos estão trêmulas e eu rio o tempo todo, deixando algo acontecer. não sei o que eu to matando, não sei o que ta morrendo. ta tudo meio borrado. a vista ta turva. mas é tudo por hora e amanhã eu acordo.