Essa gente toda gritando suas pupilas, dançando caras perdidas sob um céu em cores amordaçadas, essa gente cantando uma dança sem tempo... Pernas, braços, bocas. É tudo muito rápido, o meu silêncio é muito turvo, o odor é muito fútil. Um emaranhado de egos enforcados em seus próprios pulmões cinzas. Câncer social.