DEIXEI MEU SILÊNCIO ECOAR PELOS BECOS
Essa gente toda gritando suas pupilas, dançando caras perdidas sob um céu em cores amordaçadas,
essa gente cantando uma dança sem tempo...
Pernas,
braços,
bocas.
É tudo muito rápido,
o meu silêncio é muito turvo,
o odor é muito fútil.
Um emaranhado de egos enforcados em seus próprios pulmões cinzas.
essa gente cantando uma dança sem tempo...
Pernas,
braços,
bocas.
É tudo muito rápido,
o meu silêncio é muito turvo,
o odor é muito fútil.
Um emaranhado de egos enforcados em seus próprios pulmões cinzas.
Câncer social.
Urbano, poético
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