I'm killing myself
o meu corpo é uma prisão que
me oprime todos os dias, é um
moinho que corrói a minha epiderme,
dilacerando a alma e o psicológico.
diante do espelho quebrado eu me vejo
em arranhões e cortes,
espelho do meu eu que
me dói em todos os membros e ângulos.
eu não sei lidar com essa mudança fugaz,
o que me faz cair no abismo de padrões superficiais
que desgastam o meu lirismo
e minha poesia
interna.
ao encarar esse horizonte no olhar,
choro e grito: há um indivíduo que
me pede ajuda e eu o dilacero
com dez mil socos de mentiras.
me oprime todos os dias, é um
moinho que corrói a minha epiderme,
dilacerando a alma e o psicológico.
diante do espelho quebrado eu me vejo
em arranhões e cortes,
espelho do meu eu que
me dói em todos os membros e ângulos.
eu não sei lidar com essa mudança fugaz,
o que me faz cair no abismo de padrões superficiais
que desgastam o meu lirismo
e minha poesia
interna.
ao encarar esse horizonte no olhar,
choro e grito: há um indivíduo que
me pede ajuda e eu o dilacero
com dez mil socos de mentiras.
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