exílio
a culpa que eu sinto cabe o mundo.
o medo que eu tenho de ser algo me sobrepõe a um
estado de inutilidade e fragilidade,
deixando meu eu a mercê do caos existencial.
o que me mata é a sensibilidade arrastada pelo corpo fraco.
eu sinto em demasia e
não quero enxergar,
esse sentir me deixa mais sozinha do que nunca.
o medo que eu tenho de ser algo me sobrepõe a um
estado de inutilidade e fragilidade,
deixando meu eu a mercê do caos existencial.
o que me mata é a sensibilidade arrastada pelo corpo fraco.
eu sinto em demasia e
não quero enxergar,
esse sentir me deixa mais sozinha do que nunca.
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