19 de dezembro,
quarta-feira, eu to em casa. vi você, to em casa.
peguei o }^nibus, to em casa.
nunca te encontrar foi tão dificil, nem no começo,
quando parecia que eu ia dissipar de tão trêmulo que meu corpo ficava em ânsia pelo toque novo e curioso.
cheguei em casa, e não hã lugar em que você ainda não permaneça.
dói, dói
demais.
e eu sinto essa dor, porque sou mais viva e assim também lembro de ti.
andei pelas ruas, ando pelas ruas,
ei de andar pelas ruas e tuas coisas vão estar em todo canto,
e dói. meu bem,
quantas dores é possível carregar em um ser?
te vi hoje,
e agora só consigo sentir a dor.
ela vai passar, vai embora na multidão,
na multidão que eu encontro por aí.
mas agora,
eu quero senti-la, porque agora ela dói.
tua falta faz falta e dói. vai doer e vou deixar.
quarta-feira, eu to em casa. vi você, to em casa.
peguei o }^nibus, to em casa.
nunca te encontrar foi tão dificil, nem no começo,
quando parecia que eu ia dissipar de tão trêmulo que meu corpo ficava em ânsia pelo toque novo e curioso.
cheguei em casa, e não hã lugar em que você ainda não permaneça.
dói, dói
demais.
e eu sinto essa dor, porque sou mais viva e assim também lembro de ti.
andei pelas ruas, ando pelas ruas,
ei de andar pelas ruas e tuas coisas vão estar em todo canto,
e dói. meu bem,
quantas dores é possível carregar em um ser?
te vi hoje,
e agora só consigo sentir a dor.
ela vai passar, vai embora na multidão,
na multidão que eu encontro por aí.
mas agora,
eu quero senti-la, porque agora ela dói.
tua falta faz falta e dói. vai doer e vou deixar.
Comentários
Postar um comentário