tentando entender e me encaixando nesse fluxo contínuo de corres e fôlegos e ideias novas e rotinas novas e um eu em constante mudança a cada minuto a cada segundo a cada nova sabedoria e novo conhecer e esbarrar com outras pessoas e novos lugares que caminho e encontro, em cada cena que revejo e revisito em mim mesma e nos outros e em mil universos paralelos e conectados que existem e que se fazem.
SOCORRO
A poesia não reclama. Ela está gritando. As palavras brigam com o inconsciente. falta papel, falta poeta. Procura-se uma poeta de escrivaninha.
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