culpa. esse é o nome do sentimento que percorre o meu corpo. queria voltar o dia de domingo e não ter feito nada daquilo. eu sempre fui uma pessoa reativa e agressiva nas palavras, o que eu sinto nesse momento é como se as emoções tomasse conta do meu corpo e eu virasse isso, um poço de emoções, que sempre acaba vazando. quero mudar, reconheço isso e quero que mude. a ansiedade me machuca muito e so quem vive com isso sabe o peso que é ter que lidar com os próprios pensamentos, sabe o quanto dói não conseguir segurar isso. é uma maré alta que toma meu corpo e eu me tremo, e não vejo outra saída a não ser me machucar ou machucar as coisas a minha volta, quebrar, morder, jogar, gritar. não é fácil. às vezes eu acho que só preciso de ajuda e acolhimento. to tentando entender o que é, mas não vou desistir.
SOCORRO
A poesia não reclama. Ela está gritando. As palavras brigam com o inconsciente. falta papel, falta poeta. Procura-se uma poeta de escrivaninha.
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