gosto da ferocidade
com que
a chuva bate
na janela
suada de
mãos.
da rapidez do chão e
dos sovacos
pingando
mar.
de tanta música interna
num ônibus só. amo a vivacidade
de pupilas desconhecidas nas minhas.
adoro esse pessoal que eu não conheço
e os conheço há uma eternidade.
SOCORRO
A poesia não reclama. Ela está gritando. As palavras brigam com o inconsciente. falta papel, falta poeta. Procura-se uma poeta de escrivaninha.
Comentários
Postar um comentário